Esta é uma visão de trabalho sobre Selank, para quem quer mais que um parágrafo e menos que um manual.
Atualizado em 2025-12-31. Números e descrições seguem a literatura publicada, não o material promocional.
Com o tempo, o número desses atos de violência aumentou significativamente, seja por mudanças nas visões religiosas e políticas, maior visibilidade da comunidade ou outros fatores. Protestos políticos têm buscado penas mais severas para esses crimes. Um crime de ódio é definido como a vitimização de indivíduos com base em sua raça, etnia ou origem nacional, orientação sexual, religião, gênero, identidade de gênero ou deficiência, sejam elas reais ou percebidas. Crimes de ódio contra pessoas LGBTQ frequentemente ocorrem devido a atitudes homofóbicas ou transfóbicas. Atos de violência motivados pela sexualidade percebida das vítimas podem ser psicológicos ou físicos e incluir assassinato. Esses atos podem ser impulsionados por vieses culturais, religiosos ou políticos. Vítimas de violência que são tanto LGBTQ quanto pessoas de cor podem ter dificuldade em distinguir se a violência foi motivada por sua sexualidade ou identidade de gênero ou se o racismo também desempenhou um papel significativo. Uma abordagem interseccional examinaria como essas formas de discriminação se combinam de maneira única. Os Estados Unidos aprovaram a Lei de Estatísticas de Crimes de Ódio (P.L. 101–275) para desenvolver uma abordagem sistemática para documentar e compreender crimes de ódio contra pessoas LGBTQ no país. O Federal Bureau of Investigation (FBI) também implementou um programa de coleta de dados, integrando-o ao seu programa de Relatórios Uniformes de Crimes (UCR) e ao Sistema Nacional de Relatórios Baseados em Incidentes [en] (NIBRS).
Fontes: pt.wikipedia.org
== Estatísticas federais de crimes de ódio == Em 2014, o Federal Bureau of Investigation (FBI) relatou que 20,8% dos crimes de ódio reportados à polícia em 2013 foram motivados por orientação sexual. Destes, 61% dos ataques foram contra homens gays. Além disso, 0,5% de todos os crimes de ódio foram baseados em identidade de gênero percebida. Em 2004, o FBI informou que 14% dos crimes de ódio devido à orientação sexual percebida foram contra lésbicas, 2% contra heterossexuais e 1% contra bissexuais. O FBI relatou que, em 2006, os crimes de ódio contra pessoas gays aumentaram de 14% em 2005 para 16%, como percentual do total de crimes de ódio documentados nos EUA. O relatório anual de 2006, publicado em 19 de novembro de 2007, também indicou que os crimes de ódio baseados em orientação sexual são o terceiro tipo mais comum, atrás de raça e religião. Em 2008, 17,6% dos crimes de ódio foram motivados pela orientação sexual percebida da vítima. Destes crimes, 72,23% eram de natureza violenta. Foram registrados 4.704 crimes por preconceito racial e 1.617 por orientação sexual. Desses, apenas um assassinato e um estupro forçado foram motivados por preconceito racial, enquanto cinco assassinatos e seis estupros foram cometidos por motivação relacionada à orientação sexual. O Condado de Santa Clara, na Califórnia, relatou, por meio do Promotor de Justiça Adjunto (DDA) Jay Boyarsky, um aumento nos crimes de ódio contra gays, de 3 em 2007 para 14 em 2008, atribuído à controvérsia sobre a Proposição 8.
Fontes: pt.wikipedia.org
No entanto, o DDA alertou contra interpretações precipitadas de amostras estatísticas pequenas, observando que a grande maioria dos incidentes de ódio não é encaminhada ao escritório do Promotor de Justiça. Em 2011, o FBI reportou 1.572 vítimas de crimes de ódio motivados por preconceito contra orientação sexual, representando 20,4% do total de crimes de ódio naquele ano. Das vítimas totais, 56,7% foram alvos de preconceito contra homossexuais masculinos, 29,6% por preconceito contra homossexuais em geral e 11,1% por preconceito contra homossexuais femininas. É importante notar, contudo, que nem todos os crimes de ódio são reportados às autoridades. Um relatório do Bureau of Justice Statistics de 2017 reconheceu que a maioria dos 250.000 crimes de ódio conhecidos entre 2004 e 2015 não foi denunciada à polícia. Os Estados Unidos, no entanto, não tornam obrigatória a denúncia de crimes de ódio, o que significa que os dados coletados pelo FBI ao longo dos anos não representam com precisão o número real de crimes de ódio contra americanos LGBTQ. Organizações comunitárias de combate à violência são extremamente valiosas para relatar ou coletar estatísticas sobre crimes de ódio. Nos últimos anos, a violência contra pessoas LGBTQ tem aumentado nos Estados Unidos. O maior ato de violência ocorreu em Orlando, quando Omar Mateen atacou a boate Pulse, matando 49 pessoas e ferindo outras 53. Esse foi não apenas o maior ataque contra pessoas LGBTQ, mas também um dos maiores tiroteios em massa na história dos Estados Unidos.
Fontes: pt.wikipedia.org
Até junho de 2018, o FBI optou por não classificar o incidente como um crime de ódio contra gays, pois evidências sugeriam que Mateen havia explorado vários alvos antes de escolher a Pulse e não sabia que era uma boate gay. Em 2016, 28 americanos que se identificavam como LGBTQ foram mortos. Os Estados Unidos aprovaram legislações para combater o aumento da violência contra pessoas LGBTQ. No final dos anos 1990, a Lei de Estatísticas de Crimes de Ódio (P.L. 101–275) foi aprovada para prevenir crimes de ódio e aumentar as penas para seus perpetradores. Embora essa lei tenha sido aprovada há mais de 20 anos, muitos policiais locais não recebem treinamento para identificar crimes de ódio baseados em preferência sexual. Em 2009, a Lei de Prevenção de Crimes de Ódio Matthew Shepard e James Byrd Jr. [en] foi aprovada, adicionando gênero, orientação sexual, identidade de gênero e deficiência à legislação federal de crimes de ódio.
Fontes: pt.wikipedia.org
Selank é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Selank apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Selank)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Selank)